Greencar, franchising amigo do ambiente

A Greencar é um conceito novo no sector de serviços automóveis. A marca que se iniciou recentemente no mercado de franchising caracteriza-se por fornecer um serviço de limpeza e lavagem automóvel, sem recurso à água.

Em entrevista ao GoFranchising, Nuno Lemos, director-geral da Greencar, explicou que o conceito originário dos Açores “permite lavar de forma ecológica automóveis, motos, barcos e aviões utilizando produtos biodegradáveis de alta qualidade reconhecidos como líderes mundiais, sem recurso à água, participando na sustentabilidade do ambiente.”

Foi com este factor único no mercado de franchising que a marca decidiu apostar na sua expansão nacional e se apresentou com um reduzido valor de investimento inicial, de 2 900 €, já que não é necessário espaço comercial para o desenvolvimento da actividade e facturas fixas mensais como água e luz.

Aos franchisados, que já são 4, a Greencar oferece no acto de assinatura do contrato “um pack de trabalho que lhe irá permitir a rentabilização nos serviços de lavagem em 1 500 €” e ainda um plano de negócios desenvolvido em conjunto com o franchisado, onde são estudadas as potencialidades da região em que ele irá actuar.

Nuno Lemos afirma ainda que para além do serviço de lavagens “o franchisado poderá e deverá comercializar os produtos GREENCAR/FREEDOM obtendo assim uma grande margem na comercialização” o que torna previsível um “break even point ao fim do 2º a 3º mês de trabalho.”

A Greencar possui actualmente 9 unidades a trabalhar, sendo que 5 são próprias e as restantes franchisadas. Apesar de a marca ter a sua unidade piloto nos Açores, a expansão no Continente é já uma realidade em Aveiro, Coimbra, Santarém e Portimão.

Tendo em conta o baixo investimento, o factor diferencial e amigo do ambiente e ainda todas as outras vantagens que a marca prevê para os seus franchisados, Nuno Lemos acredita que “este conceito vai ter um sucesso enorme” e espera chegar ao final de 2012 com “24 franchisados e até o final de 2017 atingimos os 120, que julgamos ser o potencial para Portugal.”

A internacionalização já está também a ser equacionada, sendo que existe interesse de investidores para os mercados de Angola e Brasil.